sábado, 13 de junho de 2009

Cristo, "O Cara"


Segundo Cury, Jesus era uma pessoa aberta e inclusiva. Não classificava as pessoas. Ninguém era indigno de se relacionar com ele, por pior que fosse o seu passado. Mas o que é que as Igrejas pregam? Reparem nas atuais missas e cultos evangélicos: quem se encontra perto dos altares, ou seja, mais perto de Deus? São os carentes, os dependentes ou pecadores? Claro que não. Para as Igrejas somos apenas uma conta bancária, um título acadêmico, um status social que, além de tudo, eleva o nome de Cristo a semideus e mais nada. Biografias de Cristo evidenciam muito mais que isso: que ele era uma pessoa aberta e inclusiva, ao contrário dos religiosos. Jesus era mais democrático e menos sexista, mais tolerante e menos autoritário, características que combinam mais com os nossos dias. "Quem não conheceu a si mesmo não conhece nada, mas quem se conheceu veio a conhecer simultaneamente a profundidade de todas as coisas.” Esta frase é atribuída a Jesus Cristo. Mas não adianta ir procurá-la na Bíblia. Ela não está em nenhum lugar dos Evangelhos – os únicos relatos da vida de Jesus que a Igreja considera autênticos. E porque será? Muitas coisas da curta passagem de Cristo por essas bandas ainda permanecem obscuras e a Igreja tem toda a culpa nisso. Usar a religião como fator determinante para a alienação, para a manipulação e para a escravidão intelectual é uma questão primordial para a sobrevivência das Igrejas. E nisso as evangélicas estão sabendo muito bem gerenciar o rebanho. A citação acima faz parte de um outro evangelho – o de Tomé. Também não perca seu tempo procurando por esse livro no Novo Testamento. Não há por lá nenhum evangelho com o nome do mais cético dos apóstolos, aquele que queria "ver para crer". Acontece que o texto de Tomé existe sim. E é um documento muito antigo, segundo alguns pesquisadores, tão antigo quanto os que estão na manipulada Bíblia. O "Evangelho de Tomé", assim como outras dezenas - ou centenas - de textos semelhantes, foi escrito por alguns dos primeiros cristãos, entre os séculos 1 e 3 da nossa era (Super Interessante, dez/2004). Ele foi cultuado por muito tempo. Até que, em 325, sob o comando do imperador romano Constantino, a Igreja se reuniu na cidade de Nicéia, na atual Turquia, e definiu que, entre os inúmeros relatos sobre a vinda de Cristo que existiam, só quatro eram "inspirados" pelo filho de Deus, os "evangelhos canônicos". Muito conveniente isso, não é mesmo? Os outros foram chamados de "apócrifos" (de legitimidade duvidosa). Estes foram proibidos, seus seguidores passaram a ser considerados hereges e muitos foram excomungados, perseguidos, presos. E tudo isso, em nome de Deus. Na “Análise da Inteligência de Cristo”, de Augusto Cury, uma outra faceta de Cristo é descrita: “Crer ou não em suas palavras é uma questão pessoal, íntima, pois seus pensamentos fogem à investigação cientifica, extrapolam a esfera dos fenômenos observáveis” . Cristo que brilhou na sua inteligência, embora desde a infância tivesse sido castigado pela miséria, foi muito astucioso, mesmo tendo vivido em meio há ladrões, traidores e várias pessoas que não estariam, segundo a Igreja, nos planos de Deus. Cristo era tão suficiente e sofisticado que, mesmo sabendo sobre seu destino, nunca culpou nem se revoltou com o fato. Admirava e ensinava a todos sobre o amor entre os humanos. Viveu sendo caçado e, porém, nunca se cansou de ajudar o homem a compreender seus erros e procurar desfazê-los.
Na análise de Cury, Cristo é uma das figuras mais emblemáticas da história da humanidade e ao mesmo tempo uma das mais apaixonantes. Sua história é tão superficial, escabrosa e tão devorada pelos urubus das religiões que, muitas vezes, já esteve a ponto de ser posta em dúvida. ''Antes de tomar conhecimento de seus frutos minha visão era totalmente ofuscada acerca de Jesus Cristo, e creio que para muitos ainda permanece''.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Qual o maior medo das pessoas?


Não é o medo da própria morte ou o medo de ficar sem dinheiro. O maior medo das pessoas é perder a independência pessoal. Todos querem tomar conta de si mesmos. O que leva as pessoas não ter essa tão desejada e almejada independência? Em muitos casos essa independência é perdida pela deterioração das condições físicas, por doenças que vêm de alguma forma interferir no cotidiano de cada um fazendo com que se tenha as mesmas habilidades e desenvolturas no que vinham realizando em suas práticas diárias, no cotidiano de suas vidas. Muitas vezes, também, isso ocorre pela falta de atividades físicas ou por falta de uma alimentação rica em vitaminas necessárias ao organismo. Segundo estudiosos do tema, para que possam ter por mais tempo uma vida saudável deveriam consumir alimentos integrais e buscar reduzir o consumo de derivados de animais e do próprio animal - que seriam todos os tipos de carne e todos os tipos de enlatados; deveriam buscar sempre estar em constante atividade física, seja ela caminhada, corrida, dança, futebol, ioga, musculação e muitas outras mais. O importante nisso tudo é que corpos e mentes estejam sempre em movimento, aí então poderiam continuar a ter a sua bela e boa saúde... e manter sua independência pessoal.

sábado, 30 de maio de 2009

Ouça seu coração


Nossas Escolhas!!!

Observando nossas vidas, dia após dias, podemos perceber que existem várias alternativas, e dentre essas opções podemos sempre fazer escolhas. Geralmente escolhemos ou optamos pelas mais convenientes ou pelas confortáveis, por algo honroso ou que seja aceitável pela sociedade. Só que nesse emaranhado de alternativas, esquecemos de perguntar ao nosso coração o que ele gostaria de fazer? Pergunte ao seu coração o que lhe causaria alegria e satisfação. No decorrer de nossas vidas, fazemos milhares de perguntas e damos respostas, mas na maioria das vezes aceitamos o que o mundo nos oferece, talvez porque seja mais confortável não questionar e nem pensar a respeito do que escolhemos e porque escolhemos. Porque será que na maioria das vezes não enfrentamos nossos desejos e escolhas de frente? Na maior parte da nossa existência fechamos nossos olhos e coração, tentando justificar nossas confortáveis escolhas e, sendo assim, passamos a ter e viver uma vida superficial, agindo assim deixamos de lado nossos mais tenros anseios e desejos, sepultando nossos mais sinceros desejos. Porque não deixamos falar mais alto nosso coração?
Se ouvirmos a voz do coração provavelmente seremos felizes...
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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dar e Receber


Na tentativa de buscar compreender nossos questionamentos sobre existência, entendo que só amor é capaz de dar respostas para cada uma das perguntas. O amor ao qual me refiro, é o amor incondicional, aquele que dá e nada exige em troca, porque da forma que se dá é de imediato o retorno. A fonte do amor e inesgotável e da mesma forma que dou geralmente recebo. Dando amor vou receber amor, plantando flores vou colher flores. Lendo e relendo um texto da Louise Hay, fica claro que quanto mais você dá amor, mais você tem para dar. Exemplificando: nosso corpo, quando valorizado e tratado com carinho, se nós temos cuidados com cada órgão e membros, consumindo alimentos nutrientes que fortalecem esses órgãos, cuidando-os amorosamente, ele nos responde com saúde. Amando a mim mesmo, me proporcionando um lar aconchegante, agradável de viver nele, assim como estar amando a mim mesma, vivendo de maneira amorosa e respeitando as pessoas que me relaciono, da mesma forma vou receber tudo isso em troca. O universo é objetivo: da mesma forma que dou, recebo.